quinta-feira, 27 de maio de 2010

É TEMPO DE DESPERTAR


Os missionários, em pátria distante, dia a dia, perseveram no propósito de plantar a divina semente. Apesar da saudade de parentes e amigos, põem a obra do Pai em primeiro lugar. É inevitável que eles padeçam, que chorem e enfrentem dias maus. “No mundo tereis aflições”, ouvem ecoar a voz de Cristo, “ mas tende bom ânimo, Eu venci o mundo. Eu venci e vós também vencereis”. As palavras do Mestre chegam aos seus ouvidos como um bálsamo que os ajuda a tolerar os momentos de aflição. Assim, os nossos heróis da Fé resistem com fervor. E, para auxílio desses obreiros, o Deus de amor levanta pessoas coma missão de interceder e contribuir com alegria. Um exército é composto de muitos valentes. Uns são soldados, outros são generais, cada um na sua função, todos unidos num só propósito: lutar e vencer. Os que vão à frente da batalha se expõem muito mais ao perigo. Não vamos deixar os soldados de Cristo na frente de batalha sem nosso auxilio, como se não fizéssemos parte de um todo que é o grande Exército de Deus. Vamos sentir a dor, a emoção de estar lá com eles, plantando a boa semente e colhendo almas para o Reino do Pai. A seara é grande e poucos são os obreiros; permita Deus que sejamos um desses poucos trabalhadores. Unamos os nossos corações num só propósito. Vamos chorar com os que choram e nos alegrar com os que se alegram. É já última hora, “por que desperdiçarmos nosso dinheiro com aquilo que não é pão”, se bem podemos investi-lo sabiamente para o resgate das almas perdidas? Não podemos contribuir com um pouco mais do que costumamos dar? E orar, não somente uma vez por mês, mas diariamente por aqueles que foram separados por Deus, para desempenhar a sublime tarefa de enfrentar o campo missionário em terras alheias. E se tivéssemos que deixar tudo para trás, como Jesus pediu aos primeiros seguidores, deixaríamos? Nem sempre Deus exige de nós esse sacrifício. Nem todos são chamados para os campos distantes; dessa forma, podemos trabalhar na seara sendo os missionários de perto. Se não fomos chamados para enfrentar os desertos e vales, não vamos ser indiferentes aos que receberam do Pai essa difícil Missão. É tempo de despertar. É tempo de perceber que é já a última hora e que é urgente que vivamos mais para Deus do que para nós mesmos. Afinal, que bem levaremos conosco para a outra vida senão apenas as obras que fizemos em prol do Reino? Vamos perguntar ao Senhor em oração o que podemos fazer para servi-lo melhor e quem sabe não o ouviremos dizer: “faça algo mais pela obra de missão”.


Escrito por: Margarete Solange Moraes

Um comentário:

Margarete Solange Moraes disse...

Dedico este artigo aos nossos irmãos missionários que estão semeando em pátrias distantes, em especial a família do pastor Edjanio Caitano que ganha almas em Riobamba no Ecuador.